Paulo Monteiro nasceu em 1961, em São Paulo, e integrou o grupo “Casa 7” juntamente com Carlito Carvalhosa, Nuno Ramos, Rodrigo Andrade, e Fabio Miguez.  A partir de 1977, começou a publicar estórias em quadrinhos em revistas de circulação alternativa como “Boca” “Papagaio”, “Almanak”, e “Makongo”, com um desenho referenciado em Robert Crumb e George MacManus. Em 1981, após uma passagem pelo atelier de Sergio Fingermann e pela faculdade de Belas Artes de São Paulo, impressionado pela mostra de Philip Guston na XVI Bienal Internacional de São Paulo, começou a pintar. Em 1985, participa da XVIII Bienal, quando sua pintura se torna abstrata, e em 1986 começa a utilizar varias técnicas, produzindo peças de parede e de chão, guaches e desenhos. Seus desenhos mereceram, em 1991, uma publicação com texto de apresentação de Alberto Tassinari. Participou de importantes mostras como: “Modernidade, arte brasileira do século XX” no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris em 1987/1988. Em 1994, mostrou trabalhos na exposição “Desenho contemporâneo Brasileiro” no Karmeliterkloster, Frankfurt, Alemanha e mostrou esculturas na XXII Bienal. Em 2000, mostrou desenhos e esculturas na exposição “Brasil 500 anos“ no prédio da Fundação Bienal de São Paulo e na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal. Em 2001, participou da mostra “Lucio Fontana, a ótica do visível” em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em 2008, a Pinacoteca do Estado de São Paulo realizou a mostra “Paulo Monteiro, uma seleção, 1989-2008” e, em parceria com a Editora Cosac Naify, lançou uma monografia 

sobre o artista com textos de Paulo Venâncio e Taisa Palhares. Em 2011, realizou a exposição “Viagem ao miolo do meio” na Galeria Marilia Razuk, São Paulo. Em 2012, inaugurou “Coisa superfície” no Centro Universitário Maria Antonia e, no ano seguinte, realizou uma mostra de trabalhos de diferentes técnicas na Galeria Mendes Wood DM, São Paulo.