Carioca, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Tem atelier no Jardim Botânico. 

 

Formada em jornalismo, começou a carreira de artista plástica em Buenos Aires, onde morou durante 7 anos. A cor é elemento fundamental em seu trabalho. Inicialmente figurativo e influenciado pela escola construtivista, o trabalho de Patricia foi rumando à abstração geométrica, e hoje tem forte influencia dos artistas concretos e neoconcretos.  Patricia já expos na Argentina, no Chile, na Suíça e em breve mostra seu trabalho em Paris, França e em Miami, Estados Unidos. Sobre seu trabalho Patricia resume: “meu trabalho precisa somente de um olhar livre de questionamentos. Gosto de fazer arte aberta, explicita, transparente.” 

 

EXPOSICOES INDIVIDUAIS

 

Emporio Maria Maria (Petrópolis/RJ,2014)

 

Galeria Consorcio de Arte (Buenos Aires,2010)

 

Galeria Referência (Brasília,2008) 

 

Galeria Crayon (Buenos Aires,2005)

 

 

EXPOSICOES COLETIVAS

 

Centro Cultural Antonio Berni (RJ,2011) 

 

Galeria Fulo (Bahia,2007)

 

Galeria Vivendi (Buenos Aires, 2006) 

 

Galeria Transarte (Buenos Aires, 2006) 

 

Galeria Forma (2006)

 

FEIRAS E MOSTRAS

 

Artigo Rio (RJ, 2014)

 

Scope Basel (Suíça, 2014)

 

Circuito das Artes do Jardim Botânico (RJ, 2013/2012/2011/2010) 

 

Feria Chaco (Chile, 2010)

 

Arte BA (Buenos Aires, 2008)

 

Expotrastiendas (Buenos Aires, 2005/2006)

 

 

SERIES

 

SERIE BLOCOS

 

Obra feita em madeira e tinta acrílica, inspirada nos movimentos concreto e neoconcreto. Forte inspiração em Lygia Clark, Hélio Oiticica e outros. Nesta série, o espectador atua como coautor da obra, participando e descobrindo inúmeras combinações para a mesma peça. Arte participativa, lúdica e maleável na forma rígida da madeira.

 

SERIE CREPE

 

Fazendo listras em um quadro, decidi voltar com a fita crepe que seria jogada no lixo para o produto final e, dessa forma, reincorporar o meio ao fim. Em cada CREPE que preparo, meu atelier fica lotado de fitas coladas nas paredes e nos vidros, como uma festa de carnaval cheia de serpentina. 

 

SERIE CONCRETO 

 

São apenas planos e cores. Um resgate do concreto e do neoconcreto. Nesta “série não há matemática ou esboço. O inconsciente traça as linhas, os pincéis decidem as cores. Não existe nada além da subjetividade, da experimentação. 

Cada cor pede seu lugar. E ali fica. A geometria livre, abstrata. Um espaço dividido, fragmentado, contrastante, multicromático, descomposto e, por fim, conjugado. 

 

SERIE PIXEL 

 

Pequenos fragmentos de resina coloridos. Papel. Cola. Composições. Abstrações. Sutileza. A cor como poesia.

 

SERIE DISQUETES

 

Velhos disquetes encontrados. Memórias perdidas. Lembranças invioláveis. Resta a destruição. Não. Resta a reconstrução. O passado que ia para o lixo acaba virando arte.